Dessa vez venho aqui para despejar coiisas minhas. Particulares mesmo. Mas não vou redigir nada de óbvio.. o óbvio é tão pouco interessante! Uma palavra, um sentimento se sobressaiu esses últimos tempos e fez alarde entre tico e teco aqui: Admiração. Admiramos o que de alguma forma nos impressiona, nos chama a atenção, o que nos prende (mas tudo isso em conjunto e agregado de valor)... Costumamos ter admiração pelos que consideramos importantes para nós (não menciono apenas as pessoas com as quais mantemos bons relacionamentos ou que nos trazem lembranças boas).A admiração pode lembrar gratidão, mas o sentido da primeira ultrapassa a segunda em muito. Parece algo envolto de mérito, relacionado à diferenciais e particularidades que para cada um, em especial são distintas. Papo longo e sério, eu seii. Mas você não morrerá de tédio até o fim desse post, chegarei às vias de fato.
Sempre achei essa palavra muito significativa. Não é por tudo e nem por todos que se têm admiração. Seletos são os que consideramos dignos de tal. Muito possivelmente eles pertencem ao teu círculo de vivência e de relacionamento - o que não quer dizer que possam não pertencer.Com o tempo você identificou um bocado de coisas que foram edificando essas raízes e tornando sóliidas. Processo leeento, mas que depois de passado parece ter sido quase nada.
É justamente ao "quase nada" que você irá recorrer quando precisar justificar a tal admiração pela tua família que é tão parecida e ao mesmo tempo tão diferente, a admiração por aquela amiga que ainda fala contigo um bocado e ainda tem tempo pra te ouvir e pra te contar o que anda acontecendo na vida dela, mesmo vocês tendo seguido caminhos diferentes depois da escola. Pela tua amiga de anos que cresceu contigo e te viu crescer. Por aqueles que te passaram um bocado de lições e te mostraram que na verdade teu tudo era quase nada e que você precisava crescer um bocado.Por alguém que compartilhou contigo palavras, risos, chateações, horas vagas, te aturou um bocado quando você mesmo(a) achava que talvez nem merecia e que depois acabou sumiindo. Por aquele que tem sempre o dom te arrancar as melhores risadas. Pelos que ainda nas inconstâncias conseguiam a dádiva de conservar lugar cativo e consideração permanente. Por alguém que sabe-se lá por quê conseguia te entender mesmo quando nem tu mesmo (a) conseguia tal. E ainda tem a admiração pelos que tu sequer conheceu mas que te parecem muito comuns e te infuenciaram ou influenciam de perto e constantemente e por tantos outros, que estão ou estiveram contigo por breves ou longos intervalos e que te fizeram ver quanto em comum se pode encontrar nas diferenças. Enfim, a todos os dignos de admiração!
5 de setembro de 2010
Admiração.
2 de agosto de 2010
Vai um branco?!
Deixei o blog às moscas, confesso. Pensei em excluir, não nego. Mas é que "deu branco" ultimamente. Acabei pensando em um monte de coisas e postar que é bom, necas. Mas fato também é que desde o primeiro post deixei claro que os posts não seriam estilo "fast food", não prometii fazer posts sucessivos em curtos intervalos de tempo, e consequentemente não tenho que cumprir. Me permiti o branco. O branco prolongado e sem culpa. E o meu consolo é saber que não sou a única a ser visitada pelo "branco". Acho que todo mundo já passou por brancos... e quer saber, pode até ser bem válido esse tempo. Não vou me propor a preencher esse espaço sem interesse... Escrever por obrigação não é a minha praia. Tenho o meu tempo e gosto dele. Estarei de volta, quando der na telha, ou seja.. quando o branco passar. Por enquanto estou curtindo ele. :).O bom é que isso não é uma infração.10 de junho de 2010
Consulta com Camões. Nada romântico

A semana em questão coloriu de vermelho os pixels dos anúncios publicitários da internet, aguçou a criatividade das vinhetas de lojas, resgatou aquelas músicas estilo romântico-fossa e trouxe coraçõezinhos muito vermelhos e bem contornados para todas as vitrines... É. Eu estou falando do dia 12. Nunca se preocuparam tanto com os seus sentimentos, leitor. Aliás, nunca se preocuparam tanto com o seu coração. Bom, no fundo a gente sabe que essa data – como tantas outras do calendário – foi criada para alimentar o comércio., mas já que comecei a falar no assunto, vou esticar um pouco e me arriscar a satirizar..
Imaginei Camões indo ao médico, um clínico geral.
Acomodando-se na cadeira do consultório, a típica pergunta do médico ao paciente:
- O que você está sentindo?
- Doutor, uma série de sintomas tem me atormentado. Pensei em infectologista, imunologista, neurologista, mas não sei. Gostaria que o senhor me encaminhasse ao especialista mais indicado.
- Sou todo ouvidos. Preciso saber os seus sintomas.
- O que eu sinto é um fogo que arde sem se ver, uma ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer, é um andar solitário entre a gente, é nunca contentar-se de contente, é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade, é servir a quem vence o vencedor, é ter com quem nos mata lealdade
O doutor perplexo, ouviu atenciosamente a fala de Camões e ao término da descrição permaneceu dois minutos concentrado, deixando escapar apenas expressões faciais enigmáticas. Quando então esboçou reação que parecia acabar com a aflição de Camões e revelar o problema, apenas disse:
- Gostaria de falar com o acompanhante ou familiar que te trouxe aqui.
Entrando o acompanhante, o médico disse:
- Recomendo que procure um psiquiatra. Conheço um muito bom...
Não sou anti-romântica e nem quero desvalorizar Camões, amigos, mas já que repensar as coisas e o sentido de algumas delas é uma das funções desse blog, achei que caberia aqui um pouco dessa reflexão. Mediante os “sintomas” mencionados por Camões num consultório, o diagnóstico e o encaminhamento do doutor não parecem tão absurdos, concordam?
Loucura ou amor? Parece não haver muita diferença. Dizem até que os dois se conhecem ha muito tempo e andam sempre juntos.Brincadeira a parte, não sou especialista no assunto mas sei que não é preciso muito para saber que o sentimento usado como pretexto para a movimentação do comércio nesse período é bem complexo e jamais se restringiria a um laudo médico. Ainda que fosse de um psiquiatra. Kkkk.
21 de maio de 2010
RÁ-TIM-BUM! 18...

A chegada de uma nova idade. O reencontro com a data em que por convenção diz-se que você veio ao mundo. A constatação que de hoje em diante, quando perguntado por alguém pela sua idade, você terá que substituii-la pelo número seguinte. O retrospecto e a antecipação. A expectativa. A comemoração. O bolo. O parabéns e até o intrometiido com-quem-será. O ovo na cabeça (ainda bem que essa parte sempre foi esqueciida no meu caso). Os presentes. Os ausentes que mandam presentes ou não se recordam, ou ligam, ou permanecem ausentes. Os recados. E você lá. O mesmo, só que legalmente “mais velho”. E você ainda recebe parabéns por isso. Mesmo que ter vindo ao mundo e permanecer nele não tenha dependido de você. Ou pelo menos não só de você.
Diga isso a uma criança de 8 anos, na tão mencionada data... ela não vai te dar atenção provavelmente. Estará ocupada com os olhos vidrados no bolo, ou correndo com os amigos, ou balançando os presentes para descobrir o que é e comemorando quão maior for a caixa. Some 10 anos à criaturiinha mencionada e o discurso de ciima será bem ouvido (ou não). Pois é.. o dia 17 se foi e com ele também foram os 17 (anos) da dona do blog.
Eu descobrii que aniversário de 18 anos é um mar de advertênciias e frases feiitas. Mas que não deixam de ser bem-humoradas . O “ta ficando mais velha, heiin?”, alia-se ao “já pode ser preso”, “já é maior de idaaaaade...” e a outros... eles tomam o lugar do “ta na flor da idade”, “ta ficando grandiinha..”, “como cresceu essa meniina” e outras frases que a gente quando criança escuta meio sem graça e nem dá muita bola.
Outra coisa: Com a idade o aniversário parece perder o brilhantismo e a magiia. A comemoração daquela data já não é tãããããão importante. Ficar atrás de um bolo e soprar a vela parece nostalgia. São fotos e lembranças. A gente vai trocando a celebração da comemoração pela comemoração da idade. Que coiisa... Ah, os dezoito tão mistificados e vangloriados (pelos outros), são apenas os dezoito. Nada mais! Ah.. uma coisa muda: aumenta a responsabilidade.
A partir do dia seguinte.. tudo diferente, mas tudo igual. Teoriia e prátiica. Entre elas apenas um abismo. AHUAHUAH. Nem era pra entender mesmo.. só queriia compartilhar.
RÁ-TIM-BUM! 18!
15 de maio de 2010
O último biscoito do pacote

13 de maio de 2010
Solidão por L. F. Veríssimo é humor

Foi lendo Ed Morte e outras históriias, livro de Luis Fernando Veríssimo - autor, cronista, humorista, jornalista (enfim, esse escritor muito estimado pela dona do blog, que pretende poupar todos os titulos a ele atribuidos)- que li essa história e resolvi compartilhar com os blogueiros. Se tratando de L. F. Verissimo, devemos esperar uma visão recheada de elementos humorísticos, mesmo quando o assunto a ser tratado poderia exigir seriedade. Tão legaal! Não é a primeira e pelo visto não será a última vez que Luis Fernando Veríssimo dará o ar de sua graça no Repensando. Vou parar com esse cerimonial. O cara já é consagrado. Vamos à crônica:
Solidão
Finalmente liberadas as gravações que a NASA fez das experiências realizadas com o tenente da Marinha John Smith para testar o comportamento humano em condições de completo isolamento durante longos períodos de tempo, iguais ao que o homem terá que enfrentar na exploração do espaço. O tenente Smith foi escolhido pelas suas perfeitas condições físicas e mentais. Foi colocado dentro de um simulador de vôo com comida bastante para dois anos e os instrumentos que normalmente levaria numa missão, inclusive um computador. Todos os dias Smith teria que fazer um relatório verbal para que seu estado fosse avaliado. O que segue são trechos das gravações feitas dos seus relatórios.
Primeiro dia. “Meu nome é John Smith. Estou ótimo. Passei todo o dia me familiarizando com este meu pequeno lar. Já desafiei o computador para uma partida de xadrez. Acho que nos daremos muito bem. (Risadas.) Só tenho uma queixa: esta comida em bisnagas não se parece nada com a comida de mamãe... (Risadas.) Dois mais dois são quatro. Encerro”.
Uma semana depois. “John Smith aqui. Continuo muito bem. Ainda não consegui vencer nenhuma partida de xadrez deste computador. Acho que ele está trapaceando. (Risadas.) Três vezes três é nove. Encerro”.
Um mês depois. “(Risadas.) Meu nome é John maldito Smith. Tudo bem. Um pouco entediado, mas tudo bem. Consegui finalmente ganhar uma do computador, embora ele negue. Vou ter que derrotá-lo de novo para convencer este cretino. Calculei mal e já comi todas as bisnagas de torta de maçã. Agora só tem maldito limão. Dois vezes três são, deixa ver. Seis. Quer dizer... Não. Está certo. Seis. Encerro”.
Dois meses depois. “Vocês sabem quem eu sou. John qualquer coisa. Não agüento mais a arrogância deste computador. Ele não é humano! Insiste que me deu xeque-mates inexistentes e se recusa a admitir que está errado. Tivemos uma briga feia hoje. Dois mais dois são... sei lá. Encerro”.
Quatro meses. “Alô. Tenho provas irrefutáveis de que o computador está tentando boicotar esta missão! Ouvi claramente ele dizer alguma coisa desagradável sobre mamãe. Canta Strangers in the Night em falsete e não me deixa dormir. Não me responsabilizo pelo que possa acontecer. Estou muito bem, lúcido e bem disposto. Com licença que estão batendo na porta”.
Sexto mês. “Meu nome é Smith. Maggie Smith. Por hoje é só”.
Oitavo mês. “(Risadas)”
Nono mês. “Smith aqui. Aconteceu o inevitável. Matei o computador. Estávamos com um problema, onde colocar as bisnagas vazias, e ele fez uma sugestão deselegante. Agora está morto. Não tenho remorsos. Ontem recebi a visita de um vendedor de enciclopédias. Não sei como ele conseguiu entrar aqui. Dois mais dois geralmente é nove.
Encerro”.
Décimo mês. “Meu nome é Brown ou Taylor. Um mais um é umum. Dois mais dois, não. Iniciei um projeto importantíssimo. Com as bisnagas vazias e partes do computador, estou construindo uma mulher”.
Um ano. “Redford aqui. Sinto falta de um espelho para poder ver a minha barba, que está bem comprida. A mulher que fiz de bisnagas vazias e partes do falecido computador ficou ótima mas, infelizmente, nossos gênios não combinavam. Ela foi para casa de seus pais. Dois mais dois...”
Décimo-quarto mês. “Minha barba está tentando boicotar a missão! Faz um estranho barulho eletrônico e várias vezes já tentou me estrangular. Deve ser comunista. Começaram a chegar as enciclopédias que comprei. Tenho jogado xadrez comigo mesmo e ganho sempre”.
Décimo-quinto mês. “Aqui fala Zaratustra. Atenção. Encontrei pegadas humanas dentro da cabine. Estou investigando. Mandarei um relatório depois. Duas vezes três é demais. Encerro”.
No dia seguinte. “Grande notícia. Há outro ser humano dentro da cabine! Seu nome é Smith, John Smith, mas como o encontrei numa terça-feira o chamarei de “Quinta”. Ele não fala, mas joga xadrez como um mestre. (Risadas). Talvez tenha que matá-lo”.
Neste ponto, os cientistas da NASA acharam melhor abrir a cápsula. Encontraram Smith com as mãos em volta do próprio pescoço gritando: “Trapaceiro! Trapaceiro!”
(Luis Fernando Veríssimo)
28 de abril de 2010
Sobrancelhas

19 de abril de 2010
O que se DIZ...

A facilidade com a qual abrimos a boca para proferir algo é incrível. O ato da fala para alguns é tão rotineiramente simplório que a quantidade de coisas que se fala adquire valor superior ao teor do que é despejado silabicamente aos quatro ventos.
23 de março de 2010
Por que PAIXÃO?

Sempre tive vontade de saber por que comumente denomina-se Paixão de Cristo o período que nós conhecemos por Páscoa. Por que Paixão? Isso me encafifava os miolos. Paixão, aquele sentimento ou atração que desperta os sentidos do encantado e avassala a razão em torno das atenções desprendiidas ao objeto de admiração (isso foi profundo.. ahuhauahuha). Claro que não. E isso fica bem claro todas as vezes que se revê a históriia constantemente tomada por empréstiimo pelas manifestações artísticas e outras tantas... Mas então que Paixão de Cristo é essa? Por que o empredo dessa palavra?
Bem poderiia ser apenas morte e ressurreição de Cristo, ou Calvário de Cristo, não é? A resposta é NÃO e a explicação vem do latim, ora veja! Pelos googles e debates da viida dá pra perceber que a denominação de paixão nesse caso giira justamente em torno do significado das rememoradas morte e ressurreição de Cristo e vem enfatizar a grandiosidade dos últimos atos dele na condição humana. Paixão do latim passione: sofrimento, sentimento excessivo Basicamente é como se esses últimos atos fossem o ápice, o momento máximo de toda essa história reunida e eternizada por meio do registro que atende pelo nome de Novo Testamento.
Interessante foi perceber que diferente de muitos livros e filmes de enredo fictício a história de Cristo encontra o clímax no seu enlace e não nas págiinas centrais. É quando tudo o que foi dito, pensado, criticado e ensinado encontra subsídio para tomar forma e consagrar - ainda que de forma não tão alegre - o seu desfecho. Fiica claro então que a paixão de Criisto têm mais a ver com o significado dessa palavra no latim.
Talvez esse post tenha siido meio óbvio mas já que tinha a dita dúvida resolvi compartilhar.
11 de março de 2010
Quanto aos OPOSTOS

24 de fevereiro de 2010
Um bom discurso e o que MAIS?
Ano de eleição presidencial! Todo mundo tá careca de saber que de quatro em quatro anos a nação brasileira se reúne – como em toda boa democracia – para eleger um novo candidato a presidente – para comandar o barco e dizer para quais mares navegar (viajeei, mas td beem...).Se você tem mais de 18 e menos de 60 (média) tem a obrigação de marcar presença frente às urnas. Esse compromisso parece pouco agradável a muitos já que a credibilidade de nossos políticos despencou mais que a bolsa americana ano passado. Daqui até Outubro o horário político vai bombar, musiquinhas eleitorais ecoarão e bandeiras acenarão o número de candidatos X, Y e Z. Mas não sou nenhuma expert em política e nem estou aqui pra falar disso, mas em um assunto que constantemente atrela-se a ele: a argumentação e o discurso.
Nunca fui muito boa em convencer e impor opinião por meio da fala, mas admiro quem porta esse dom e faz bom uso dele. Ao longo da história você encontra várias figuras que pintaram, bordaram e fizeram história (nem sempre positiva) por que mesmo com opiniões hoje consideradas prepotentes, deitavam e rolavam no poder, influenciando multidões pelo simples fato de serem hábeis argumentadores e encontrarem cenários propícios à utilização de tal artimanha. Nosso tão conhecido e odiado Hitler pode ser o exemplo máximo disso.
Hitler não era de família nobre, não tinha dinheiro, nem dons literários. E venhamos e convenhamos.. nem bonitiinho era (aquele bigodiinho era uó). Quando jovem aspirava ser pintor, mas resolveu se engajar na política. A sorte do cidadão era que em resumo ele era altamente eloqüente, falava com convicção e conseguiu convencer um país fragilizado a embarcar nas idéias prepotentes que ele tiinha, afundando a vida de muita gente inocente (os judeus). Galeera, a culpa pelo holocausto não foi só de Hitler. O país deu corda... concordavam com as idéias dele. Prova de que eloqüência e capacidade de argumentação nem sempre significam sensatez. Na maioria das vezes é apenas status e influÊnciia. Uma pena!
Em ano de eleição considerar isso parece não ser nada mau.^^
Discurso de hitler a jovens e adolescentes. Confere! >>> http://www.youtube.com/watch?v=lAi7UnXp9Aw. A propósito: a imagem é um discurso de Hitler em Nurenberg, em 1935.
19 de fevereiro de 2010
sobre DECISÕES.

Decidi que esse post sairia hoje. E mais: agora.
Decidi que a aparente falta de tempo ou tema não iria atrapalhar o redigir dessas palavras e não serviriam de desculpa para uma não postagem. Confuso esse início, né?! Mas faz todo o sentiido. Então vou... sem tema e sem rumo (draaama..).
Já que o primeiiro verbo que usei no início do post foi decidir, vou levá-lo adiante e falar um pouco sobre o peso dele nesses últimos diias.
Decisão é um verbo cheeio de significado embutido. É o malhete (a batiida do martelo no tribunal), é o placar fiinal, é o siim ou não, a via de mão dupla ou sentido único, o seco ou molhaado, é enfiim abandonar o OU. É o resultado, a escolha (quem tiiver mais comparações e significados p/ decisão pode prorrogar esse parágrafo no imagináriio). Me vii sobre o peso da diita cuja quando tive que optar entre dois cursos em duas Faculdades: Ambos estimados, esperados e suaaados para conseguiir. Fariia os dois se nossa liinda constituição permitisse. Alguns parágrafos em papel regulamentavam que assim não poderia ser e foii aí que a decisão me mostrou uma face maquiavéliica, doloroosa, pesaada.. mas necessária: Optar por UM deles, de forma consciente. Se dependesse apenas de escolher entre a federal e a estadual, talvez fosse mais simples, mas pesou também a opção do curso. Queria os dois!
A graça de ter conseguiido as aprovações valeu toodo o esforço. Quem não gosta de conseguir alcançar aquiilo que quer? Quando são duas as graças, oopa! Melhoor aiinda. O esfoorço valeu e fiico feliz, mas justas ou não as regras do jogo foram feiitas para serem seguiidas com conseqüentes penalidades para quem assim não quiser fazer. Eu escolhi um curso, o que necessariamente não quer diizer que tenha desistido do outro.. Fazer duas coiisas que se goosta vale a pena siim.. e ao contráriio da facul onde temos um prazo e um regulamento a seguiir, na nossa viida quem diita o camiinho somos nós mesmos. Tenho certeza que não vou me arrepender, afinal escolher e desistiir não necessariamente precisam andar juntos. Bola p/ frente. Tudo a seu tempo. Sem arrependimentos ^^
UEMA que me aguarde! Engenharia de Produção ai vou eu^^
jeEh Alves
7 de fevereiro de 2010
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me
embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,
faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir
desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
24 de janeiro de 2010
A interpretação
20 de janeiro de 2010
Bom dia?!

11 de janeiro de 2010
"Criança a ponto de saber tudo!"

