"Eu canto em português errado. Acho que o imperfeito não participa do passado" (R.R)

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2 de fevereiro de 2011

2 ANOOOS!

Ah, e quem diriia?! Faz 2 anos. 2 anos exatos de existência do Repensando Aqui. Fruto das caraminholas inquietas da dita moderadora deste blog. Idéia autônoma, parcial, radiante inicialmente desproposital mas embasada de alguma disposição ímpar – daquelas que surgem meio que como intimação -o Repensando Aqui nasceu no dia 1º de fevereiro de 2009,data de login e primeiro post . E foi justamente dando uma revirada neste menino blog que me depareii com esta data. O Repensando viu seu aniversário passar batido ano passado, pelo descuido de sua moderadora. Mas esse ano, isso não rola!

Um punhado de coiisas já foram motivo de post aqui, menos o próprio Repensando, ele que por tantas vezes foi a Reprodução de indignações compartilhadas, a Revisão de conceiitos meus, a Revisitação de fatos e feitos amiúde, a Recomposição de cenas despropositais e o próprio Resquício de miim.

Não tenho sido das melhores blogueiras, não. Sei e admito com razão. Mas ADOORO ter este espaço compartilhado aqui e revisitando o primeiro post quase não me reconheço. Cresci MUITOOO. Muito mesmo. E não falo de estatura¬¬.Bem que não seriia nada mal.. maaaas, falo de crescer em outro sentiido. Naquele que nos é bem própriio. E o repensando não deixou de ser de alguma forma a vitrine de parte desse crescimento. É claroo que quase nada disso está aqui, mas quase tudo do que aqui está, em linha do tempo, é o retrato disso. A intenção nunca foi um diário, ou noticiário, ou colagem. A intenção era a de ser o Repensando. O Repensando Aqui. E aqui já foi repensado um bocado. :)

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2 de agosto de 2010

Vai um branco?!

Deixei o blog às moscas, confesso. Pensei em excluir, não nego. Mas é que "deu branco" ultimamente. Acabei pensando em um monte de coisas e postar que é bom, necas. Mas fato também é que desde o primeiro post deixei claro que os posts não seriam estilo "fast food", não prometii fazer posts sucessivos em curtos intervalos de tempo, e consequentemente não tenho que cumprir. Me permiti o branco. O branco prolongado e sem culpa. E o meu consolo é saber que não sou a única a ser visitada pelo "branco". Acho que todo mundo já passou por brancos... e quer saber, pode até ser bem válido esse tempo. Não vou me propor a preencher esse espaço sem interesse... Escrever por obrigação não é a minha praia. Tenho o meu tempo e gosto dele. Estarei de volta, quando der na telha, ou seja.. quando o branco passar. Por enquanto estou curtindo ele. :).O bom é que isso não é uma infração.

27 de agosto de 2009

lá vem ele: personagem indefenido. Será vilão?
JeEH Alves

É, meus bons. Ano de vestibular é fogo! O tempo escorre pelos dedos e a responsabilidade é enorme. Toda a bagagem de conhecimento que está, ou pelo menos deveria estar fresquinha na cabeça vai ser posta a prova. E que prova! A avaliação agora não vai garantir uma nota bimestral ou anual - mais que isso, ela pode garantir a tão sonhada vaga em uma universidade e todo o pacote que essa realização pode trazer para um até então secundarista. Noossa, quanta responsa.
As preocupações agora são outras e adquirem outros pesos. O caso agora tem a ver com prioridade. Assistir aquele filme, sair hoje ou pegar o caderno e por os miolos para funcionar? As conversas agora já não são as mesmas. O vestibular às vezes se interpõe como uma nuvenzinha e paira sobre as cabeças dos que vêem cada dia mais próxima a data em que enfrentarão o desafio.
Nunca pensei tanto em carbono, energia, prababilidade e etcetra e talz... Pelo visto a preocupação é geral e não pouco fundamentada já que não são poucos os que disputarão as tão sonhadas vagas do vestiiba. A pressão - não aquela da física, mas a que mexe com a nossa cabecinha é outro fator que se faz presente. Eu poderia dizer que ela vem dos pais, da sociedade e tudo mais - mas o que percebo na prática é que ela agora parece emergir, mais do que de qualquer outro lugar, de nós mesmos. Somos nós mesmos (os pré- vestibulandos) os que mais colocam pilha e direcionam olhares gélidos para o vestibular.
O que parece, em muitas ocasiões é que o vestibular é na verdade a redenção, a última das últimas chances, a resposta certa da última pergunta do show do milhão, o tudo ou nada. Por esse motivo ele é tão mistificado e vilanizado. É tido como o fim do mundo ou bicho papão. Todo bom vilão assusta, gera comentários taxativos e encontra combatedores fervorosos e até ligas de contra-ataque. Seguindo esse raciocínio não é difícil deduzir que com o vestibular não seria diferente. Alguns fogem dele, outros o criticam de todas as formas possíveis e imagináveis e há também os que fazem dele o vilão a ser derrotado e vão para o campo de batalha, e lá atrás vem outros levantando a bandeira e dando início ao combate (como alguns o tem). Quer saber, talvez o bicho não seja tão feio quanto se pinta, mas por via das dúvidas é melhor estar bem preparado para ele.
Cada um fazendo a sua parte, e seja o que Deus quiser. No final só ele sabe ao
certo qual o real desfecho.

12 de março de 2009

___Aquelas fotos____



As experiências emocionais se constroem com o tempo. E levam tempo para "tomarem corpo"de fato. É quando então olha-se para trás e percebe-se que imagens pouco nítidas, tais como fotografias desfocadas, foram se avivando, ganhando nitidez e foco. Parecem agora mais interessantes, devido à riqueza de detalhes que lhes é possível perceber. Os rostos, antes desfocados e sem brilho, parecem ter uma resolução bem maior que a de outrora. Reflexo das relações que se consolidaram.
Se por um lado aceita-se que as relações pessoais, os laços inter humanos levam tempo para serem construídos, deveria ser válido também que eles levam tempo para vir por terra. Ocorre, no entanto, que é bem mais fácil aceitar e manter laços de amizade, por exemplo, quando há o contato diário. Isso acaba se tornando fator condicional às relações que passaram pela prova de fogo de resisitir até então.
Quando perde-se o contato diário, outro fato vem se impor como condicional às relações firmadas: a falta de tempo. Tempo que antes esbanjava-se e perdia-se pelo seu próprio excesso. Horas a fio, nas quais compartilhava-se não só o contato diário, mas também conversas, risadas, segredos ou mesmo o ócio.

Batendo de frente com essas condicionantes, a tendência geral é deixar como está. O que é possível fazer agora? Já não há o contato diário e o tempo é escasso. Talvez o que falte seja mesmo a disposição. Então, pega-se a foto mencionada no início, observa-se cautelosamente os detalhes, remetendo-os às lembanças que trazem. Aí, as lágrimas podem cair, ou um sorriso melancólico desabrochar. Em seguida ela será reposta. Ao álbum, porta-retrato, ou ao arquivo de computador, onde voltará à sua condição primária de mero registro. Realmente não precisa ser assim.

-----P.S:"O que importa não é quantidade, e sim qualidade! Se as coisas são realmente verdadeiras, nem a geografia e nem o tempo poderão destrui-las." Frase de Jorge Leão, em uma aula mais que especial. Sem dúvida, uma grande lição. Com certeza não será a última. Sendo assim, esqueça todo esse parágrafo anterior, ele realmente não tem importância a não ser pela última frase

Texto sugestão de portuga__ tema: carta p/ eu ler daqui a um ano..
confesso q o tema me deixou meio sem idéia, de início, mas logo pensei nos friends...

JEeh Alves

3 de fevereiro de 2009

O tempo... Sempre ele!

Tenho que acordar cedo senão não vai dar tempo de chegar no horário!
Estou sem tempo...
Tenho que entregar isso amanhã!
O dia está demorando p/ passar!

Essas frases parecem familiares a você? É... que atire a primeira pedra quem nunca disse uma delas sequer...
Estamos (quase?) sempre preocupados com o tempo, tentando prever o que vamos fazer amanhã, nos lastimando porque deixamos de fazer algo importante... e acabamos deixando p/ lá o chamado 'presente'. O coitado acaba não encontrando espaço em nós, já que preenchemos as nossas mentes com pensamentos acerca do que passou ou daquilo que está por vir. Mas que força é essa à qual todos nós tentamos enquadrar nossas rotinas', com o objetivo de tornar mais previsíveis os acontecimentos que as cercam? Ah! O tempo... mas será que ele existe mesmo ou é mera invenção das nossas cabeciinhas globalizadas? Já ouvi várias frases relacionadas a isso. Frases do tipo: O tempo é vc quem faz, o tempo é uma invenção do homem, o tempo é impiedoso... Quando relaciono elas à nossa realidade percebo o quanto o senhor tempo é enigmático para a maioria de nós.
Tentamos a todo custo padronizar as nossas rotinas - vou acordar às 7, sair às 7;30. O almoço tem que estar pronto às 12;30, depois durmo, assisto a novela... e assim vai - mas será que isso faz bem? Já cheguei a me perguntar. É inquestionável o fato de que temos que manter uma organização acerca das nossas ações, mas será que às vezes isso não extrapola? Não estaríamos nós vivendo de uma maneira meio robótica? A nossa sociedade atual - Essa mesma, que estamos cansados de ouvir falar tão mal, e da qual fazemos parte - nos impõe várias coisas, às quais atendemos prontamente, a padronização dos gostos e dos costumes por exemplo. Talvez esse seja mais um produto que adquirimos dela e que está impregnado. Infelizmente a tendência é uma piora cada vez maior.

Assisti a um filme que me fez pensar nisso - Antes que termine o dia - O filme é um romance (que não tem nada de melado) e que traz uma bela lição sobre a efemeridade do tempo. É uma ótima dica para os fãs do Carpe diem. O protagonista aprende que não deve viver pautado no tempo. Estava até mesmo comentado hoje que eu estou de férias, mas estava pensando em como seria esse ano letivo - sala nova, trabalhos, amigos, vestibular (o famoso!), etc... Ao invés disso vou tentar pensar no agora, no que eu posso fazer agora, pois isso é realmente o que interessa, o resto não tem pressa! E vou ficando por aqui... Espero que alguém tenha gostado de gastar seu tempo lendo o que escrevi!

JeEh Alves


Dá uma olhada

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